domingo, 29 de maio de 2011

Viriato


Viriato foi pastor e chefe hispânico, ele era um lutador corajoso, inteligente e não se deixava enganar facilmente pelo seu inimigo.
Não se sabe exactamente quando é que ele nasceu, nem onde nasceu, pensa-se que nasceu no século II a.C. ao pé do mar, no litoral alentejano ou mesmo algarvio
Viriato casou com a filha de um importante agricultor da planície.
Viriato desde muito novo que começou a fazer assaltos – relâmpagos às povoações dominadas pelos romanos.
Viriato pertencia à classe dos guerreiros, a ocupação elite, a minoria governante.
Ele foi eleito chefe dos lusitanos em 148 ou 147 a. C.
Viriato lutava para a liberdade do seu povo.
Viriato foi morto à traição por três companheiros, pois os romanos disseram que lhes dariam uma recompensa. Mas quando os três companheiros de Viriato já o tinham morto e foram buscar a sua recompensa, os romanos disseram:
“- Roma não paga a traidores.”
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Trabalho realizado por: Hugo Almeida, João Batalha, Filipe Enfermeiro, António Nunes e Miguel Castilho.
Turma 5ªA.

Roma




Roma
 






Roma é a capital da Itália, conhecida internacionalmente como A Cidade Eterna pela sua história milenar.
Roma espalha-se pelas margens rio Tibre, compreendendo o seu centro histórico com as suas sete colinas: Palatino, Aventino, Campidoglio, Quirinale, Viminale, Esquilino, e Celio.
Segundo o mito romano, a cidade foi fundada a cerca de 753 a.C. (data convencionada) por Rómulo e Remo, dois irmãos criados por uma loba, que são actualmente símbolos da cidade. Desde então tornou-se no centro da Roma Antiga (Reino de Roma, República Romana, Império Romano) e, mais tarde, dos Estados Pontifícios, Reino de Itália e, por fim, da República Italiana.
No interior da cidade encontra-se o estado do Vaticano, residência do Papa. É uma das cidades com maior importância na História mundial, sendo um dos símbolos da civilização europeia. Conserva inúmeras ruínas e monumentos na parte antiga da cidade, especialmente da época do Império Romano, e do Renascimento, o movimento cultural que nasceu na Itália.
A área metropolitana tem cerca de 2 546 804 habitantes (2001), e estende-se por uma área de 1285 km², tendo uma densidade populacional de 1981 hab/km², o que a torna na maior cidade da Itália[4] e também na capital européia de maiores dimensões.


A herança romana
Os romanos dominaram a Península Ibérica durante mais de 600 anos. Nesse período de tempo, os habitantes da Península Ibérica mudaram os seus hábitos e passaram a viver à maneira romana. Aprender o latim, o modo de construção dos romanos e a sua religião. A esta mudança chamamos romanização.
Os romanos lutaram pelo domínio da Península Ibérica, sobretudo por causa das suas riquezas naturais. Assim, nos muitos anos em que cá estiveram, exploraram os seus recursos.
Aumentaram a área cultivada, nomeadamente com trigo, vinha e oliveira. Desenvolveram a pesca e intensificaram a exploração de metais, pedra, barro e sal. Deste modo, puderam desenvolver actividades artesanais, como a ourivesaria, a olaria e a salga de peixes.

Cidades que imitam Roma
Muitas cidades foram construídas à semelhança de Roma, a capital do império. Tal como ela, tinham muralhas, aquedutos, templos, termas, teatros, praças públicas – os fóruns – e habitações.
No fórum ou praça pública, conversava-se e negociava-se. Nos templos, prestava-se culto aos deuses. Os aquedutos traziam a água para as cidades. Nos teatros e circos, assistia-se a espectáculos. Nas termas, cuidava-se do corpo e convivia-se.
As construções romanas transformaram as paisagens e o modo de viver dos povos da Península  
Na construção de casas foram utilizados novos materiais, tais como os mosaicos no chão, os tijolos e a telha, e novos processos, como as canalizações.

As termas
Termas era o nome usado pelos romanos para designar os locais destinados aos banhos públicos, embora o uso de banhos públicos tenha sido iniciado pelos Caldeus.
Esses banhos públicos podiam ter diversas finalidades, entre as quais a higiene corporal e a terapia pela água com propriedades medicinais; em geral as manhãs eram reservadas às mulheres e as tardes aos homens.                       
As mais antigas termas romanas de que há conhecimento datam do Século V a.C. em Delos e Olímpia, embora as mais conhecidas sejam as de Caracala.

Templos Romanos
O templo romano era o edifício consagrado ao culto típico da religião romana,
Templo deriva do vocable latino templum, que não só indica o edifício em se, senão o lugar consagrado, orientado segundo os pontos cardinals, seguindo o ritual da inauguração ou innaguratio, orientação que corresponde ao espaço sagrado do céu.





Aquedutos Romanos
Os aquedutos serviam para transportar água para as cidades. Nos aquedutos mais antigos o escoamento era geralmente com superfície livre, apresentando sempre uma inclinação mínima para que a água pudesse correr, e eram edificados em alvenaria. O atravessamento de vales importantes era feito sobre estruturas em arcaria.
Na antiguidade, quase todas as civilizações construíram aquedutos, como por exemplo a China, a Caldeia, a Assíria, a Fenícia, a Grécia e Roma.
Foi com a civilização romana que os aquedutos tiveram um desenvolvimento extraordinário. A cidade de Roma, no século I era abastecida por onze aquedutos, o maior deles com 90Km de extensão.










Vestígios romanos bem perto de nós - Évora

Aqueduto


Templo Diana


Termas

Duarte
Guilherme
João Trigo
Rúben

Mérida


Cidade de Mérida
Augusta Emerita


Trabalho realizado por:
Henrique Baioa
Laura Palma
                                                                                                          Madalena Cabaça
Teresa Caeiro

Janeiro / 2011

Augusta Emerita foi fundada por ordem do imperador Augusto, no ano 25 a.C., como prémio para os veteranos das legiões V (Alaudae) e X (Gemina) que lutaram contra os cantábricos e os asturianos. Roma designou-a capital de uma das províncias da Península Ibérica, a Lusitânia. Na altura da ocupação romana era o principal atractivo sendo uma das cidades ibéricas mais significativas.
Após a decadência do império romano, a cidade manteve a sua grandeza assumindo-se, na época visigótica, como a segunda cidade mais importante, imediatamente a seguir a Toledo, a capital.
Durante a época muçulmana, Mérida perdeu a sua importância, devido às contínuas rebeliões dos seus habitantes contra o domínio do califado, o que levou Abderramán II a ordenar, no ano 842, como castigo, a destruição parcial da cidade. Começou um longo período de decadência da cidade, tanto a nível político como religioso.
A reconquista cristã levada a cabo por Afonso IX também não contribuiu para o seu desenvolvimento. Apenas com o recente estatuto autonómico, Mérida começou a tornar-se numa próspera cidade, abarcando as duas margens do Guadiana.
Desde 1993, esta cidade foi declarada, pela UNESCO, como Património da Humanidade. 
Actualmente, esta cidade espanhola, tem aproximadamente 55568 habitantes.
As principais ruínas romanas são: o Anfiteatro, o Teatro, o Circo, as pontes sobre o rio Guadiana e o rio Albarregas, o Aqueduto dos Milagres, o Aqueduto de São Lázaro, o Templo de Diana, o Arco de Trajano, a Casa do Mitreo, a Casa do Anfiteatro, o Pórtico do Foro Romano, o conjunto arqueológico de Morerias e os Columbarios.

O Anfiteatro foi fundado no ano 8 a.C. e servia de palco para lutas entre gladiadores. Tinha uma forma oval e uma capacidade para 14000 pessoas. Era composto por seis partes principais: a arena (coberta de areia), onde se davam as lutas e as corridas; o local destinado às feras; os corredores (passagens); a spolania, local destinado aos gladiadores; o podium, onde se recebiam os prémios; os corredores de entrada e saída, que eram destinados a combates de gladiadores.
O anfiteatro era ainda composto por três anéis, um fosso e umas bancadas para os espectadores, nas quais uma parte era reservada às autoridades que patrocinavam os espectáculos e outra às entidades políticas da cidade. Este monumento esteve soterrado durante centenas de anos.
                                 

O Teatro foi mandado construir por Marco Vispânio Agripa no ano 15 a.c. e servia principalmente para a apresentação de peças teatrais do período clássico. Sofreu várias remodelações e actualmente está composto por um terraço com capacidade para 6.000 espectadores, divididos em três zonas: a orquestra, o palco e o cenário. A partir de 1993 passou a albergar o Festival de Teatro Clássico.
O Circo Romano foi fundado em 25 a.c. por Octávio Augusto. Este Circo Romano tinha mais de 400 metros de comprimento e 3000 metros de largura, era o maior dos edifícios dedicados a espectáculos da cidade. Tinha lugar para 30000 espectadores. Os lugares estavam divididos de acordo com as classes sociais da população. O recinto tem uma arena central onde se realizavam as competições. No meio da arena central havia uma vala chamada de spina decorada com monólitos e com 223 metros de comprimento e 8,5 metros de largura. Devido às suas grandes dimensões encontrava-se fora do recinto amuralhado. Um dos espectáculos favoritos era as corridas de bigas (dois cavalos) e quadrigas (quatro cavalos). O público gostava muito dos aurigas (condutores das bigas e das quadrigas) fazendo pinturas e mosaicos com a sua imagem. Na actualidade existe um centro de interpretação junto ao monumento e este é totalmente visitável.










A Ponte Romana que fica sobre o rio Guadiana, foi construída no séc. I a.c.. Tem 60 arcos e mede 792 metros de largura e 12 metros de altura.




Construído entre os séculos I a.c. e III a.c., o Aqueduto dos Milagres, com 830 metros de comprimento e 25 metros de altura, tinha o papel de trazer água desde o pântano de Proserpina até à cidade de Mérida.







O Templo de Diana, fundado no final do século I a.c., foi uma construção religiosa dedicada ao culto do Imperador Augusto. Tinha também a função de Fórum Municipal da cidade.




O Arco de Trajano estava situado no Cardo Maximus, uma das principais vias da Cidade. Foi feito à base de granito, naquela época era também forrado em mármore, e mede 13,97 metros de altura e 5,70 metros de largura.






Na Casa do Mitreo destacam-se as colunas que rodeavam a casa e pelo jardim no seu interior. Aqui também são célebres os mosaicos, principalmente o Mosaico Cosmogónico, representação alegórica dos elementos da natureza (rios, ventos, etc.) presidida pela figura de Aion. Mais recentemente o recinto foi acondicionado com tecto e passeios para poder ser visitado.




Os Columbarios são duas construções funerárias, realizadas a céu aberto, situadas fora das muralhas da cidade romana. Os materiais utilizados para a sua fabricação foram a alvenaria e os blocos em granito. Nas duas conservam-se as epígrafes identificativas das famílias proprietárias (os Vaconios e os Julios).





Estes objectos foram utilizados pelos Romanos quando estiveram em Mérida, principalmente para comer, para trabalhar e para o lazer.